Marcelo critica, Peruano elogia e Landim aguarda confirmação: o que os opositores falam da venda de Paquetá

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FOTO: STAFF IMAGES/FLAMENGO

Por: Igor Dorilêo e Venê Casagrande

A oposição ficou dividida na hora de comentar a negociação de Lucas Paquetá com o Milan. Em contato com a equipe de reportagem do Coluna do Flamengo, cada um optou por um posicionamento distinto. Marcelo Vargas classificou como “incompetência e irresponsabilidade” da gestão Bandeira de Mello.. José Carlos Peruano viu o clube “sem opção”. Já Rodolfo Landim prefere aguardar a concretização da venda para se manifestar.

No total, o time rossonero pagará 35 milhões de euros pela joia rubro-negra. Desse montante, 70% do valor será destinado ao Flamengo, porcentagem contratual pertencente ao clube. O dinheiro será pago parceladamente. 10% ainda nesta temporada, enquanto os outros 90% serão diluídos até o final de 2019, quando um dos opositores pode estar no comando. Paquetá ainda disputa as dez últimas partidas do Campeonato Brasileiro antes de ir para a Itália, em janeiro.


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Confira o que pensa cada candidato da oposição sobre a negociação de Lucas Paquetá:

Marcelo Vargas

— A venda do Paquetá, no valor e no momento em que foi concluída, deixa claro e constata a incompetência e a irresponsabilidade da atual diretoria no que diz respeito ao futebol.
O Flamengo está em um círculo vicioso, onera de forma absurda e o departamento responsável pelo futebol para conseguir pagar esses compromissos vende suas principais revelações cedo e por valores abaixo da multa rescisória. Com essa gestão no futebol, se cria uma bola de neve, contrações estranhas de jogadores caros que não dão retorno e a venda das nossas revelações para bancar essas contratações, resultado não conquistamos títulos, pois temos um time sem o DNA do Flamengo.

José Carlos Peruano

— Se você não vende um jogador por esse preço, e o jogador fica treinando, arruma um problema. Deixou de vender ele pelo preço que vai garantir a vida financeira dele. Não tem opção. Nesse caso do Paquetá, acho que tinha que ter esperado. Porque nesse momento político, qualquer coisa que faça… No Flamengo, um copo d’água vira um maremoto. Se eu eu fosse presidente, venderia ele pelo preço que foi oferecido. Ele estava em alta, deu uma caída. Tem que aproveitar o mercado. Se ele vai mal, daqui a dois meses de repente desistem do negócio. Mas a torcida está carente de ídolo, e o Paquetá era um garoto que era a imagem do Flamengo. Corria, se esforçava. A gente fica triste, mas ou o futebol brasileiro se estrutura para não perder jogadores, ou não vai ter mais ídolo.

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Fonte: Coluna do Flamengo

Author: Coluna do Flamengo

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