Nos ERs sobrecarregados pelo COVID-19, eis quem pode ser tratado – e quem pode não

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Prolongar / NOVA YORK, NY – 20 DE MARÇO: Os médicos testam funcionários do hospital com sintomas semelhantes aos da gripe para COVID-19 no hospital St. Barnabas em 20 de março de 2020, na cidade de Nova York. O hospital St. Barnabas, no Bronx, montou tendas para triar possíveis pacientes com COVID-19 fora antes de entrar na área principal do departamento de Emergência. (crédito: Getty Mischa Friedman)

O novo coronavírus não mata apenas atacando pulmões e outros órgãos. Também mata ao sitiar os sistemas de saúde.

Se deixado em redemoinho em uma comunidade sem controle por algumas semanas, o vírus pode provocar um tsunami de casos que se chocam com clínicas de atendimento de urgência, departamentos de emergência e unidades de terapia intensiva, lavando rapidamente as camas, suprimentos e funcionários.

Em tal crise, os médicos devem tomar decisões dolorosas sobre quais pacientes recebem os últimos leitos e quais recebem escassos ventiladores e terapeutas respiratórios. Ao mesmo tempo, eles provavelmente enfrentam escassez de equipamentos de proteção individual (EPI), como máscaras e vestidos. O racionamento e a reutilização desses itens levam a que mais enfermeiros e médicos adoeçam. Isso significa que menos profissionais de saúde passam pela inundação de pacientes. Alguns podem até se juntar a seus pacientes na necessidade de cuidados intensivos.

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Fonte: Ars Technica